A Moscamed segue ampliando sua atuação e levando tecnologia, segurança fitossanitária e suporte técnico para onde o produtor precisar.
Desta vez, a instituição está realizando o monitoramento de moscas-das-frutas em uma área de 30 hectares destinada ao cultivo de melão, na Fazenda Compare Fruits, localizada no município de Itacuruba (PE).
Embora o melão não seja uma cultura tradicionalmente exportada na região, como ocorre com a manga e a uva no Vale do São Francisco, seu potencial de mercado é bastante promissor. Além disso, a nossa atuação fora do Vale reforça o compromisso em atender novas demandas do setor produtivo, demonstrando que o trabalho ultrapassa fronteiras geográficas para contribuir com o fortalecimento da fruticultura brasileira.
Apesar de possuir uma casca mais resistente, o melão não está livre dos ataques das moscas-das-frutas, especialmente da Ceratitis capitata, considerada uma das principais pragas da fruticultura mundial e capaz de infestar mais de 200 espécies de frutos. Por isso, o monitoramento é uma etapa estratégica para os produtores que buscam proteger a produção, reduzir riscos fitossanitários e atender às exigências dos mercados mais rigorosos.
Na Fazenda Compare Fruits, o objetivo é claro: produzir com qualidade, garantir a segurança da lavoura e abrir portas para a exportação, tendo o monitoramento como um importante aliado nesse processo.
De acordo com a engenheira agrônoma da Moscamed, Itala Damasceno, a realização desse trabalho fora do Vale do São Francisco evidencia que outras regiões também estão se estruturando para acessar mercados mais exigentes. "Ficamos muito contentes em saber que estamos contribuindo para a expansão e o fortalecimento da fruticultura brasileira. Estamos à disposição da Compare Fruits, assim como dos demais produtores dessa região que desejam exportar e precisam de suporte técnico para alcançar esse objetivo", destacou.
Seja no Vale do São Francisco ou em qualquer outra região produtora do país, a Moscamed está preparada para atender o produtor rural. Afinal, quando o assunto é proteger a produção, promover a competitividade e impulsionar a fruticultura brasileira, não existem limites geográficos.