Equipe da Moscamed participa de reunião técnica na Agrodan

Nossa engenheira agrônoma Itala Damasceno e os supervisores de campo João Tavares e Ítalo Pereira, integrantes do Programa de Armadilhamento e Controle de Moscas-das-Frutas (PAC) da Moscamed, participaram na última terça-feira (17), de uma reunião técnica com os proprietários da Agrodan, Paulo Dantas e Jairo Dantas, os gerentes e responsáveis técnicos das unidades de produção da fazenda. Durante a reunião, foram discutidas estratégias de monitoramento e controle dessa praga, com base nos índices Moscas/Armadilhas/Dias (MAD), ferramenta que avalia a dinâmica populacional das moscas-das-frutas nas áreas de produção. A troca de experiências entre as equipes possibilitou a definição de ações conjuntas para aprimorar o manejo e fortalecer a sanidade dessas áreas. De acordo com a engenheira agrônoma Itala Damasceno, a reunião foi produtiva e colaborativa. “As equipes trouxeram sugestões para gerenciar e direcionar melhor as implementações de controle e monitoramento executadas nas áreas da fazenda. A Agrodan demonstra preocupação com a qualidade da manga que produz e exporta e, por essa razão, realizou essa reunião”, disse. O encontro reforçou o compromisso da Moscamed em apoiar seus parceiros produtores e evidenciou a responsabilidade da Agrodan, que investe continuamente na qualidade das frutas. O monitoramento e o controle das moscas-das-frutas impactam diretamente na qualidade e aparência da manga, promovendo frutos mais saudáveis, valorizados no mercado e competitivos para exportação.

Moscamed inicia a liberação oficial de machos estéreis para o controle do mosquito Aedes aegypti na aldeia do KM-10, em Tenente Portela (RS)

A Moscamed, em parceria com o Ministério da Saúde, a Secretaria Especial de Saúde Indígena (SESAI), a Secretaria Estadual de Saúde do Rio Grande do Sul e o Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI), iniciou, na última quarta-feira (11) e sexta-feira (13), a liberação oficial dos machos estéreis da espécie Aedes aegypti. O objetivo é reduzir a população do vetor e, consequentemente, os casos de arboviroses na aldeia KM-10, em Tenente Portela (RS). Na última semana, cerca de 120 mil mosquitos foram liberados. A partir de agora, as solturas ocorrerão de forma contínua, duas vezes por semana, até o final do ano. Os lotes são produzidos em nosso laboratório, localizado em Juazeiro (BA), e enviados diretamente ao Rio Grande do Sul. A aldeia KM-10 é o segundo território indígena do país a receber machos estéreis por meio da Técnica do Inseto Estéril (TIE). Essa estratégia consiste na produção em larga escala de machos que, ao serem liberados na natureza, acasalam com fêmeas selvagens sem gerar descendentes. Com isso, contribuem para a redução da população do vetor e, consequentemente, dos casos de dengue, Zika e chikungunya. A tecnologia da TIE integra as diretrizes do Ministério da Saúde para o enfrentamento das arboviroses em áreas vulneráveis, como territórios indígenas. Os machos estéreis não transmitem doenças nem causam impactos negativos ao meio ambiente, representando uma solução inovadora e sustentável para a saúde pública. De acordo com a coordenadora técnica Aline Macedo, essa iniciativa representa um passo importante no fortalecimento e na proteção da saúde dos povos indígenas. “Estamos implementando a TIE em mais um território indígena e estou muito feliz em saber que podemos salvar vidas e fortalecer, juntamente com outros órgãos, a saúde desses povos. A partir de agora, as liberações serão contínuas e esperamos obter bons resultados”, afirmou.

Diretor-presidente da Moscamed visita áreas indígenas no Mato Grosso do Sul para expansão da Técnica do Inseto Estéril (TIE)

O diretor-presidente da Moscamed Brasil, Jair Virginio, realizou uma visita técnica aos territórios indígenas de Amambai, Aquidauana, Miranda e Sidrolândia, no Mato Grosso do Sul, entre os dias 2 e 6 de março. O objetivo foi avaliar essas áreas para possível implementação da Técnica do Inseto Estéril (TIE), utilizada no controle do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, Zika e chikungunya. A agenda contou com representantes do Ministério da Saúde, Fiocruz, Secretaria de Saúde Indígena (SESAI), Distrito Sanitário Especial Indígena de Mato Grosso do Sul (DSEI-MS), polos-base e lideranças indígenas. A tecnologia da TIE integra as estratégias nacionais de enfrentamento às arboviroses, especialmente em regiões mais vulneráveis, como os territórios indígenas. A TIE consiste na produção de mosquitos machos que passam por um processo de esterilização em laboratório. Quando liberados na natureza, esses mosquitos copulam com as fêmeas, mas não geram descendentes. Com o tempo, a população do Aedes aegypti tende a diminuir, reduzindo a transmissão das doenças. A Moscamed já aplica a técnica em Pesqueira (PE), na aldeia de Cimbres, e em Tenente Portela (RS), no KM 10. Após a visita ao Mato Grosso do Sul, caberá ao Ministério da Saúde definir qual área será contemplada com a nova etapa do Programa. Os mosquitos estéreis serão produzidos no laboratório da Moscamed Brasil, em Juazeiro (BA), a partir de ovos coletados nas próprias áreas indígenas, promovendo maior adaptação ao ambiente local. Para o diretor-presidente, Jair Virginio, visitar novas áreas que podem receber a implementação dessa tecnologia foi uma satisfação. “A TIE é uma ferramenta inovadora e segura para reduzir a população do Aedes aegypti nesses territórios. Conhecer essas áreas foi uma oportunidade de troca de conhecimentos, saberes e tradições, além de fortalecer, ainda mais, a saúde dos povos indígenas. Espero voltar em breve”, disse.

Moscamed irá liberar 200 mil mosquitos estéreis para combater o Aedes aegypti na Aldeia de Cimbres, Pesqueira (PE)

A Moscamed, em parceria com o Ministério da Saúde, a Secretaria Estadual de Saúde de Pernambuco, o Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI) e a Secretaria Municipal de Saúde de Pesqueira (PE), dará início, no dia 14 de janeiro, às liberações semanais de mosquitos machos estéreis do Aedes aegypti, com o objetivo de combater as arboviroses na Aldeia de Cimbres. Serão liberados cerca de 200 mil mosquitos machos por semana, totalizando aproximadamente 800 mil por mês, com previsão de continuidade até o final de 2026. A Aldeia de Cimbres, localizada em Pesqueira (PE), será o primeiro território indígena do país a receber o Aedes estéril por meio da Técnica do Inseto Estéril (TIE). Essa estratégia consiste na produção em larga escala de mosquitos machos que, ao serem liberados na natureza, copulam com as fêmeas selvagens sem gerar descendentes, contribuindo para a redução da população do Aedes aegypti. A tecnologia da TIE integra as diretrizes do Ministério da Saúde para reduzir os casos de dengue, zika e chikungunya em áreas vulneráveis, como territórios indígenas. Os machos estéreis não transmitem doenças e não causam impactos negativos ao meio ambiente. A produção dos mosquitos é realizada pela Moscamed Brasil, organização social com sede em Juazeiro (BA). Os lotes são produzidos em laboratório e enviados semanalmente para Pesqueira, com apoio da Secretaria de Saúde de Pernambuco. Para a bióloga e responsável técnica da Moscamed, Aline Macedo, a iniciativa representa um marco no combate às arboviroses em territórios indígenas: “Estamos preparados para esse desafio, que é um avanço na saúde dos povos indígenas. Vamos usar o mosquito para combater o próprio mosquito, sem agredir o meio ambiente e respeitando as tradições locais”, destacou. Sobre a Técnica do Inseto Estéril (TIE) A TIE é uma tecnologia segura e eficaz, utilizada internacionalmente. No laboratório da Moscamed, os mosquitos são criados e os machos passam por um processo de irradiação que os torna estéreis. Ao serem soltos na natureza, buscam as fêmeas selvagens e, ao copular, não geram descendentes, contribuindo para a redução gradual da população do Aedes aegypti.

Moscamed participa de cerimônia oficial de liberação de machos estéreis do Aedes aegypti em território indígena

A Moscamed Brasil, representada pelo diretor-presidente, Jair Virginio, participou ontem (12), da cerimônia oficial de liberação de mosquitos machos estéreis do Aedes aegypti na Aldeia Pedra D’Água, em Pesqueira (PE). A ação marca um avanço importante nas estratégias de controle de arboviroses em territórios indígenas no país. O evento celebrou a adoção inédita da Técnica do Inseto Estéril (TIE), em comunidades indígenas brasileiras. A iniciativa integra as diretrizes do Ministério da Saúde para reduzir casos de dengue, zika e chikungunya em áreas vulneráveis, por meio da liberação de machos estéreis, que não transmitem doenças e não geram descendentes. A cerimônia contou com a presença de diversas autoridades e lideranças indígenas, entre elas o diretor de Programa da Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde, Cassio Peterka; a representante da Coordenação de Vigilância em Saúde Indígena do Ministério da Saúde, Adriana Soares; a coordenadora do Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI-PE), Rosália Ramos; o diretor de Vigilância Ambiental da Secretaria Estadual de Saúde de Pernambuco, Eduardo Bezerra; o representante da Fiocruz, Diogo Chalegre; o Cacique e prefeito de Pesqueira, Marcos Luidson; o representante do Conselho Indígena de Saúde Xukuru, Inaldo Rodrigues; além do Pajé Márcio e outras lideranças locais. A abertura incluiu um ritual tradicional indígena, simbolizando união e respeito aos saberes ancestrais. Durante o evento, foi destacado o pioneirismo da aldeia de Cimbres na adoção da TIE como ferramenta complementar no combate às arboviroses. Ao final, cerca de 50 mil mosquitos machos estéreis foram liberados na área. O diretor-presidente da Moscamed, Jair Virginio, ressaltou a relevância da iniciativa: “Estamos honrados em participar deste momento ao lado do Ministério da Saúde, da Sesai e das lideranças indígenas. A ação representa um avanço significativo no enfrentamento às arboviroses em territórios indígenas”, disse. O Cacique e também prefeito de Pesqueira, Marcos Luidson, reforçou o caráter inovador do projeto: “Vivemos um momento importante para o Brasil e o mundo. Esta é uma iniciativa pioneira que começa em nosso território e pode beneficiar outras áreas indígenas do país”, pontuou. Sobre a Técnica do Inseto Estéril (TIE) A TIE é uma tecnologia segura e eficaz, utilizada internacionalmente, que consiste na liberação de mosquitos machos irradiados, ou seja, estéreis. Ao copularem com fêmeas selvagens, não geram descendentes, contribuindo para a redução gradual da população do Aedes aegypti. A Moscamed Brasil, referência internacional na aplicação da TIE, é responsável pela produção e liberação dos mosquitos estéreis na área indígena.